No falecimento em hospital é exigida uma condição simples. Isso é, a própria instituição fica responsável por emitir a Declaração de Óbito que deverá ser conduzida ao serviço funerário para iniciar os procedimentos que conduzem ao enterro ou cremação. Mas, e quando óbito na residência é certificado, o que deve ser feito? Preparamos este artigo para responder! Boa leitura!
Em primeiro lugar, no momento em que o óbito na residência é comprovado, a família deve agir com bastante equilíbrio emocional para não influenciar no processo burocrático. Contudo, ainda que a situação seja inesperada, ela não deixa de ser estressante para todos os que estão envolvidos diretamente com ela.
Uma vez que o óbito na residência ocorrer, um responsável deve entrar em contato com o serviço de atendimento de urgência. Nesta medida, tanto o SAMU quanto o Corpo de Bombeiros estão prontos para serem contactados na existência dessa situação. Eles são responsáveis por fazer uma primeira avaliação das condições do obituado no período pós-morte.
Se a morte já tiver se dado em consequência de uma complicação anterior, o médico que realizou o acompanhamento do obituado enquanto paciente será peça fundamental para passar uma visão geral do quadro clínico. Assim, o processo de análise tende a ter tempo reduzido. Inclusive, o médico também tem a alternativa de dar início a parte burocrática que origina a Certidão de Óbito.
Contudo, na hipótese de não existir um médico que se responsabilize por regularizar a morte em documento, os familiares do obituado deverão se dirigir até o Distrito Policial mais próximo. Nesse local será omitido Boletim de Ocorrência. Após a morte ter sido declarada na delegacia, caberá ao delegado ir até a residência para verificar se ela enquadra-se como morte natural ou suspeita.
A morte natural é resultante do mau funcionamento de alguma parte do corpo do indivíduo que comprometa a vida. Desta maneira, se dá por conta de alguma situação inesperada. Por essa razão, quando a morte natural for designada pelo delegado ou pelo médico, o corpo será encaminhado para o Serviço de Verificação de Óbito (SVO). O objetivo será esclarecer as causas que conduziram até o óbito na residência.
Portanto, é por meio do SVO que mortes naturais podem ser contabilizadas e os motivos destas são evidenciados.
Diferentemente da morte natural, a suspeita ocorre em razão de uma ação externa. À vista disso, esta pode ser qualquer tipo de lesão onde há uso de violência.
Homicídio e suicídio são exemplos. Devido a esse fator, o tempo para registro de morte neste tipo de causa envolve mais tempo. O trabalho da perícia e todo o processo de investigação criminal envolvem outros agentes avaliadores além do médico ou delegado. Assim, a Secretaria de Segurança Pública do Estado deverá tomar providências.
Ademais, a retirada do corpo deverá ser feita para o IML, Instituto Médico Legal. Neste local, o médico legista será responsável por verificar o corpo e fornecer as informações relevantes para o processo de investigação. Depois, a liberação do corpo será feita para a funerária responsável pelo enterro ou cremação do indivíduo.
Este artigo lhe foi útil? Contar com um bom serviço funerário é indispensável para que o óbito na residência não seja um problema de difícil solução. A Central Santa Casa oferece assistência funerária no RJ! Entre em contato conosco!
Em nosso blog, veja os artigos que já preparamos para você. Lá estão:
Relembre os personagens de livros mortos que mais fizeram você chorar com esse artigo da…
Quais as funções de um mestre de cerimônia em funeral? Confira nesse artigo da Central…
Interessado em história antiga ou contos mórbidos? Talvez precise conhecer o que é necroturismo. Confira…
Pensando sobre cremação? Então, seria importante saber o que é cinerário. Descubra nesse artigo da…
Você já ouviu falar em arte tumular? No artigo, a Central Santa Casa explica o…
No artigo, conheça cemitérios famosos ao redor do mundo e descubra um pouco da história…