Embora a palavra possa soar estranha ou até sombria, o necroturismo é, na verdade, uma forma de turismo cultural cada vez mais popular no Brasil e no mundo. A prática consiste na visitação de cemitérios, mausoléus e outros locais de descanso final, não por luto, mas sim pelo seu valor histórico, artístico e cultural. Para quem busca saber o que é necroturismo, a resposta é simples: é o ato de enxergar os cemitérios como verdadeiros museus a céu aberto.
Pensando nessa tendência cada vez maior, a Central Santa Casa separou algumas informações para te deixar ainda mais interessado no tema. Confira neste artigo!
Apesar do preconceito inicial, a visita a uma necrópole pode ser uma experiência rica e introspectiva. Por isso, entender o que é necroturismo é reconhecer que o principal foco não é o mórbido. Mas sim, a contemplação da arte, da arquitetura e da história. Os cemitérios atraem visitantes por diversos motivos:
Muitos cemitérios, como o Cemitério da Consolação em São Paulo, abrigam obras de arte de inestimável valor, assinadas por grandes escultores. Assim, obras, esculturas e a arquitetura dos jazigos funcionam como um registro das tendências artísticas de séculos passados.
É possível encontrar túmulos de personalidades que moldaram a história, a literatura e a política de um país. Assim, aprende-se um pouco do passado real da construção de cada país na visita ao cemitério.
Os cemitérios convidam à reflexão sobre a vida, o tempo e como diferentes culturas lidam com a finitude. Assim, como visto na celebração do Dia de Los Muertos em países da América Latina.
Assim, o que é necroturismo é uma experiência de aprendizado, que resgata a identidade local e ajuda a preservar o patrimônio cultural.
O Brasil possui diversos cemitérios que já se consolidaram como pontos de interesse para quem se interessa por necroturismo, oferecendo inclusive visitas guiadas para explorar seu acervo:
Reconhecido como um dos mais importantes do país, atrai visitantes interessados em conhecer os túmulos de figuras ilustres como Tarsila do Amaral, Monteiro Lobato e a Marquesa de Santos. Suas esculturas são um testemunho da riqueza da elite paulista do século XIX.
Este cemitério se destaca pelas lendas de “milagreiros”, como Maria Jandira dos Santos, cujos túmulos se tornaram pontos de devoção popular. Neles, visitantes deixam pedidos e agradecimentos. A prática do necroturismo aqui se mistura ao folclore e à fé regional.
O cemitério público mais antigo de Curitiba é um marco do higienismo no Paraná. Ele oferece visitas guiadas que exploram sua arquitetura, a transição do sepultamento nas igrejas para os “campos-santos” e as histórias de personalidades que contribuíram para a construção da cidade.
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