Como lidar com o luto traumático ou repentino?

Grupo de pessoas vestidas de preto ampara mulher em sofrimento, ilustrando o luto traumático ou repentino.

Lidar com um luto traumático ou repentino é uma das experiências mais difíceis que uma pessoa pode enfrentar. Perder um ente querido por acidentes, mortes subidas ou situações de violência extrema provoca um impacto emocional que ficará para sempre marcado em famílias e amigos. Isso pode ser mais intenso, confuso e duradouro dependendo do ocorrido. Pensando nisso, a Central Santa Casa trouxe algumas orientações e práticas de como enfrentar o luto traumático ou repentino. Leia mais!

Como lidar com o luto traumático ou repentino?

1- Reconheça e valide o que está sentindo

Ficar em negação durante esse processo apenas o deixa mais difícil e longo. O luto traumático ou repentino costuma trazer muitas emoções muito rapidamente como choque, raiva, medo, culpa e vazio. É necessário que acolha e entenda essas emoções, pois elas não significam fraquezas, mas parte do impacto e do amor sentido.

2- Não se cobre para “superar rápido”

Além disso, por ser algo súbito, esse tipo de luto pode ser mais prolongado e levar mais tempo para ser processado. Cada pessoa possui seu próprio ritmo e você não está sozinho. Assim, é normal ter dias bons e dias ruins, e isso não significa retrocesso.

3- Busque apoio

Nesse sentido, conte com familiares, amigos e pessoas de confiança para desabafar. Receber o apoio de alguém de confiança pode ajudar a aclamar e tornar o processo menos doloroso e diminui a sensação de isolamento.

4- Cuide do corpo para cuidar da mente

Da mesma forma, praticar atividades físicas, se alimentar bem, se hidratar e tentar manter um sono regulado são formas de nutrir o corpo e estabilizar o sistema nervoso. Pequenas mudanças ou estímulos na rotina podem refletir em todo o organismo e, assim, reduzir o foco total na dor da perda.

5- Procure ajuda profissional se necessário

Mesmo sendo natural, o luto traumático ou repentino pode ter reações muito intensas que demandam um cuidado maior, podendo levar a um transtorno de estresse pós-traumático. Por isso, não exite em buscar ajuda quando esses sintomas se tornarem frequentes e insustentáveis.

Se isso estiver acontecendo com você ou alguém próximo, conversar com um psicólogo pode ajudar a organizar e aliviar essas emoções, e um psiquiatra pode orientar quando o sofrimento estiver comprometendo a rotina diária.

Você não está sozinho!

A dor do luto traumático ou repentino é devastadora, mas, aos poucos, é possível reconstruir o cotidiano e reencontrar novos significados. Permitir-se sentir, cuidar de si e aceitar ajuda são atitudes que tornam o caminho mais leve. Embora a dor não desapareça completamente, ela muda, e você também muda com ela.

Conte com a Central Santa Casa para te acolher. Contamos com um serviço de assistência funerária, sepultamento e cremação. Tudo para te acolher nesse momento tão delicado.

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