A exumação de corpos é um procedimento que, em certas situações, algumas famílias precisam enfrentar após o sepultamento de um ente querido. No entanto, muitas pessoas desconhecem o que esse processo realmente envolve. Por isso, é essencial buscar esclarecimentos sobre o assunto, obtendo informações detalhadas que respondam a todas as dúvidas.
Além disso, compreender antecipadamente os aspectos relevantes desse procedimento é fundamental para que os familiares possam se preparar adequadamente. Dessa forma, evitam-se surpresas, como despesas imprevistas, e também problemas burocráticos relacionados a documentos e autorizações que possam ser exigidos. Saiba mais como é a exumação de corpos neste artigo da Central Santa Casa!
A exumação de corpos é a remoção dos ossos de uma sepultura, geralmente realizada a partir de três anos após o sepultamento. Pode ser necessária para liberar espaço em jazigos temporários ou atender a exigências do cemitério. Além disso, o procedimento também pode ser antecipado por razões judiciais, desde que haja autorização.
No entanto, este processo é doloroso para a família e pode ser visto como um segundo sepultamento, já que reaviva a memória da perda e pode desencadear um novo luto, embora de menor intensidade. Portanto, é crucial que as empresas envolvidas reconheçam a sensibilidade do momento e, assim, ofereçam um atendimento respeitoso e adequado. Dessa forma, poderão minimizar o impacto emocional nas famílias durante esse procedimento delicado.
A exumação é uma prática frequente no Brasil, facilitando a gestão eficiente dos espaços nos cemitérios. Em jazigos próprios, a decisão de exumar é tomada pela família e, geralmente, visa criar espaço para novos sepultamentos. Além disso, em cemitérios que oferecem aluguel de gavetas, a exumação torna-se necessária após três anos. Neste caso, a família deve decidir o destino dos restos mortais.
A exumação começa quando os familiares ou responsáveis providenciam a documentação necessária, que pode variar conforme o local e o cemitério. É fundamental, portanto, que o titular do jazigo esteja presente. Assim, é importante se informar com antecedência para evitar imprevistos.
Em seguida, o procedimento é realizado por profissionais qualificados, que usam roupas e proteções especiais para garantir a segurança e o respeito durante o processo. O jazigo é aberto na presença do familiar, e o estado de decomposição é verificado. Após isso, os ossos são separados de outros materiais, como pedaços de tecido ou madeira do caixão, e colocados em uma caixa menor, lacrada para o novo destino.
Em primeiro lugar, é necessário entrar em contato com a funerária e solicitar o requerimento para exumação de corpos. Os documentos solicitados são:
* Para mortes violentas, como aquelas causadas por perfuração ou projétil de arma de fogo, é necessário, primeiramente, obter a “certidão de objeto e pé” do processo judicial correspondente. Essa certidão deve ser solicitada no Fórum onde o processo está tramitando.
Após a exumação de corpos, muitos se perguntam sobre o destino dos restos mortais. As opções disponíveis são:
Caso o familiar possua um jazigo perpétuo, ele pode transferir os restos mortais para uma urna e colocá-los no jazigo. É importante observar que este jazigo é destinado ao uso do titular e à sepultura de seus familiares ou pessoas autorizadas por ele. No entanto, com o falecimento do titular, a garantia de uso do jazigo termina. Portanto, para que a família continue a utilizar o espaço, é necessário que o jazigo seja transferido para um sucessor.
Além disso, ao adquirir um jazigo, o titular deve estar ciente de que haverá despesas relacionadas à manutenção, conservação e administração do cemitério. Assim, é fundamental considerar esses custos ao planejar a utilização do jazigo perpétuo.
A cremação de ossos é uma solução prática e econômica, além de ser ambientalmente amigável. Além disso, ajuda a evitar a superlotação em cemitérios urbanos.
Após a cremação, os familiares podem guardar as cinzas como lembrança ou transformá-las em itens como pingentes, anéis, diamantes, ou até em uma árvore memorial. Entre as vantagens estão a eliminação da necessidade de tomar decisões adicionais sobre os restos mortais, evitando visitas ao cemitério e simplificando os trâmites burocráticos e financeiros.
Enfrentar o luto não é algo que muitas pessoas desejam, mas a exumação de um ente querido pode ser uma etapa necessária. A decisão sobre o que fazer após a exumação demonstra responsabilidade e respeito. Se você se preocupa em manter esses valores, mesmo após a morte, a Central Santa Casa pode ajudar.
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